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Tecnologia na educação: como ela vem afetando o aprendizado?

Tecnologia na Educação

Tecnologia na educação: como ela vem afetando o aprendizado?

Tecnologia na Educação

A tecnologia na educação é uma realidade no Brasil. Encontramos, cada vez mais, escolas que investem em técnicas inovadoras de ensino para estimular a aprendizagem dos alunos e prender sua atenção ao longo das aulas. Ainda que apresente uma série de benefícios, não podemos negar que o uso radical dessa ferramenta também pode afetar a saúde das crianças.

Além dos relacionamentos estabelecidos entre os colegas, o processo de ensino-aprendizagem dos pequenos pode ser afetado quando a tecnologia não é utilizada de maneira consciente. Tanto em casa quanto nos ambientes escolares. Como exemplo, gostamos de citar o isolamento social, a baixa autoestima e os imediatismos no estudo.

Então, será que existem formas de investir na tecnologia de maneira saudável e alinhá-la aos métodos tradicionais? Se você acredita que a resposta é positiva, acertou em cheio! Neste artigo, respondemos às perguntas mais comuns sobre a união entre as inovações e a educação. Acompanhe!

 

Como a tecnologia deve ser utilizada na educação?

Há alguns anos, muitas pessoas não imaginavam que a tecnologia chegaria aonde chegou. Com cidades inteligentes (smart cities) sendo desenvolvidas e sistemas de automatização sendo implementados em casas e espaços públicos, acompanhamos uma explosão de modernidade que se expandiu para todos os ambientes comuns.

Assim, ela chegou à educação e trouxe benefícios e desafios que pais e crianças precisam encarar diariamente. É preciso ter em mente que excluir a tecnologia do cotidiano dos pequenos não é uma realidade possível, tendo em vista que esse elemento faz parte da constituição da sua identidade e estabelece suas formas de relação com eles e com o mundo.

Por outro lado, também não é saudável incentivar o uso constante desse elemento sem um limite claro estabelecido. É por isso que encontrar o equilíbrio entre a modernidade e as técnicas antigas da educação é a melhor atitude que os pais podem tomar para garantir o bom aprendizado dos filhos, já que existem tarefas que não podem ser substituídas pelos recursos digitais, concorda?

Afinal, ele conseguirá estudar com mais qualidade a partir de um elemento que faz parte de seu cotidiano, sem perder de vista os benefícios que a educação tradicional traz, como a interação social e o desenvolvimento da oratória.

Com o intuito de aprofundar o assunto, separamos algumas atitudes as quais pais e professores podem adotar para utilizar as inovações de forma saudável. Confira!

Apresentar uma postura crítica frente à tecnologia

Para quem nasceu na época da tecnologia, o encanto com as inovações não parece ser tão grande em comparação com quem presenciou os avanços ao longo do seu crescimento. Não é mesmo? Ainda que existam vantagens em ter o apoio da tecnologia desde criança, também é possível se perder entre todas as informações disponíveis e não visualizar os malefícios que o uso exacerbado pode causar.

É por isso que ter uma postura crítica em relação à modernidade não diz respeito a evitar o uso desses elementos que, vamos combinar, muitas vezes facilitam o nosso dia a dia. Apresentar tal criticidade nada mais é do que facilitar a conscientização das crianças, permitindo que elas conheçam seus lados positivos e negativos.

Uma excelente forma de fazer isso é propondo um limite de utilização dos recursos digitais em casa, explicando as razões para ele existir. Assim, as crianças entendem sua importância, mas não os exploram de maneira radical.

Conhecer a realidade da criança

Muitos pais acreditam que a tecnologia na educação se resume a jogos, vídeos e recursos digitais que facilitam a realização de tarefas escolares. Porém, existem outras atividades que podem ser desenvolvidas em casa a fim de aprimorar o aprendizado dos pequenos e prender sua atenção.

Para investir nesses exercícios, é importante conhecer a realidade da criança, bem como seus gostos, e trazer isso para os estudos em casa. Isso chama a sua atenção e traz diversão para a aprendizagem, garantindo um conhecimento aprofundado sobre o assunto do momento a partir de práticas lúdicas.

 

Existe diferença entre livros físicos e digitais?

Outra pergunta bastante comum quando falamos sobre a tecnologia na educação está relacionada à leitura. Afinal, existe diferença no aprendizado quando o jovem estuda com livros físicos ou digitais? A verdade é que cada modalidade apresenta características próprias que trazem vantagens e desvantagens.

Os livros digitais oferecem grandes facilidades, você concorda? Ao unirem diversos títulos em um local só, proporcionam às crianças passar horas lendo diversas obras e revistas no smartphone ou aparelho especial para leitura. Hoje, diversas empresas estão apresentando opções viáveis para essa forma de estudo, criando estratégias como:

  1. controle da iluminação para não prejudicar a visão;
  2. seleção dos títulos que mais combinam com os gostos do leitor;
  3. construtor de vocabulários;
  4. dicionário embutido para aprimorar o aprendizado;
  5. possibilidade de fazer anotações virtuais.

 

Além desses benefícios, não podemos deixar de falar que esses aparelhos são mais leves em comparação com os livros físicos. Assim, para quem não tem tanto interesse pela leitura, essa modalidade pode ser uma excelente forma de dar os primeiros passos na literatura sem precisar levar peso para diversos lugares.

Por outro lado, os itens físicos também oferecem uma série de benefícios que os virtuais não são capazes de garantir:

  1. promovem sensação de avanço no conhecimento: as viradas de página e o toque no papel geram a sensação de estar estudando e adquirindo novos aprendizados;
  2. estimulam a concentração: por não estarem no ambiente digital, os livros físicos conseguem prender a atenção do leitor e evitam distrações;
  3. diminuem o cansaço: já que não apresentam a iluminação como os aparelhos digitais, eles não cansam os olhos.

 

De maneira geral, para as crianças pequenas, os livros físicos são mais indicados. Já que evitam o contato direto com a iluminação das telas dos aparelhos e garantem uma interação maior com materiais palpáveis. Além disso, eles favorecem a criação de memórias afetivas que são desenvolvidas ao longo da infância, adolescência e vida adulta.

 

Como unir a tecnologia aos métodos tradicionais de educação?

No início deste artigo, comentamos que a união entre a tecnologia e os métodos tradicionais de educação é a melhor forma de criar um ambiente de ensino-aprendizagem qualificado, você se lembra? Pois é, além de fornecer conteúdos de excelência para os pequenos, mesclar os dois elementos gera muitos benefícios:

  1. deixa o estudo em casa mais atrativo para as crianças;
  2. melhora a produtividade dos pequenos;
  3. desperta a curiosidade em assuntos que antes eram considerados chatos;
  4. auxilia os pais, assim como os educadores, no desenvolvimento de atividades dinâmicas e interativas para fortalecer a aprendizagem.

 

O fato é que existem muitas formas de uni-los e garantir todas essas vantagens. A título de curiosidade, existem escolas que realizam um dia tecnológico. Nesse encontro, os alunos podem levar seus smartphones e jogos para trocar informações com seus colegas sobre determinado assunto. Essa atividade também pode ser realizada em casa, criando um momento descontraído entre seus filhos e amigos.

Já no ambiente familiar, a tecnologia e a educação podem caminhar juntas na realização das tarefas escolares. Um bom exemplo é a realização de pesquisas sobre o que foi visto em sala de aula. A fim de estimular a revisão do conteúdo de forma lúdica e descontraída.

A tecnologia na educação está presente em diversos ambientes e, por isso, é fundamental conhecer as melhores formas de associá-la aos métodos tradicionais de ensino. Para assim evitar as consequências negativas das inovações e conquistar somente seus benefícios. Então, é possível criar um local de aprendizagem confortável, interativo e eficiente.

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