Blog Clube Auge.

Seus pequenos preparados para o mundo.

“Psicologia da felicidade”: saiba como educar crianças felizes

criança expressando felicidade ao brincar com avião

“Psicologia da felicidade”: saiba como educar crianças felizes

criança expressando felicidade ao brincar com avião

O que é felicidade? Esta é uma pergunta com mais de uma resposta correta. Ou seja, muito relativa, pois o significado de felicidade para uma pessoa pode não fazer sentido para outra.

Segundo o dicionário Michaelis (2020), felicidade é um “estado de espírito de quem se encontra alegre ou satisfeito; alegria, contentamento, fortúnio, júbilo”. Ainda de acordo com o dicionário, felicidade é um “acontecimento ou situação feliz ou alegre; sorte, sucesso, ventura”. Então, para você, o que é felicidade?

Independente de sua definição, uma coisa é certa: estamos todos em busca da felicidade, para nós mesmos e para outras pessoas, especialmente, para nossos filhos.

Neste artigo, você vai aprender a educar crianças por meio da “psicologia da felicidade”. E, assim, proporcionar um presente e um futuro mais felizes e saudáveis a elas.

Boa leitura!

 

Do que uma criança precisa para ser feliz?

Além de necessidades básicas como moradia, alimentação, proteção, saúde e educação, preparamos uma lista para ajudar no desenvolvimento de crianças mais felizes. Confira!

1 – Tempo de qualidade

O tempo que passamos com pessoas importantes para nós interfere direta e significativamente tanto na felicidade delas quanto na nossa. Mas esse tempo que dedicamos às pessoas queridas deve ser exclusivo – sem interferência de celular, por exemplo – para conversar, brincar ou ler e, assim, fortalecer laços de afeto, carinho e confiança, principalmente quando estamos lidando com nossos filhos.

2 – Respeito

Crianças precisam de rotina e de regras. Entretanto, elas devem ser ensinadas com respeito e sem agressões físicas ou verbais. Para isso, faça combinados e não imponha regras; permita que participem da definição das atividades diárias e das tarefas que devem ser executadas por elas. Dialogue!

3 – Bom exemplo

Os adultos que convivem com a criança devem transmitir a ela segurança e tranquilidade para criar um lar estável e saudável, sem violência verbal ou física.

4 – Demonstração de amor

Seja com palavras ou com atitudes, crianças precisam saber que são amadas, pois o amor é essencial para qualquer pessoa se manter bem física e emocionalmente. Então, deixe seu filho saber que você o ama incondicionalmente.

5 – Vivenciar as emoções

Os pequenos devem aprender desde cedo a vivenciar as emoções que sentem, mesmo que seja a tristeza, o medo ou a raiva. Portanto, quando a criança cair, não diga que está tudo bem. Pergunte a ela se sente dor e apresente uma solução para aquele machucado. Ou ainda, quando ela ficar com raiva por não querer emprestar um brinquedo a um amigo, não repreenda esse sentimento.

Explique que é normal sentir raiva, mas que é importante lidar com ela, por isso ajude-a a encontrar uma alternativa para que a situação seja solucionada.

Este último tópico é um dos mais importantes para quem deseja ser e fazer alguém feliz. Porque quando aprendemos a aceitar e a entender nossas emoções, conseguimos trabalhá-las, evitando que elas comandem nossas atitudes e pensamentos.

 

Como alcançar a felicidade

Para Augusto Cury, “ser feliz é usar as lágrimas para irrigar a tolerância; as perdas para refinar a paciência; as falhas para esculpir a serenidade; a dor para lapidar o prazer; os obstáculos para abrir as janelas da inteligência”.

Esta definição corrobora com o pensamento do israelense Tal Ben-Shahar, professor da Felicidade na Universidade de Harvard, nos Estados Unidos que em entrevista concedida ao site Exame (2018), cita que a primeira lição que dá a seus alunos é que “nós precisamos nos conceder a permissão de sermos seres humanos. Isso significa vivenciar emoções dolorosas, como raiva, tristeza e decepção”. Segundo ele, a dificuldade em aceitar estas emoções nos leva à frustração e à infelicidade.

Aqui está, então, o primeiro e mais importante passo para alcançar a felicidade: reconhecer as próprias emoções e as emoções das pessoas com as quais convivemos e saber lidar bem com elas. Essa capacidade de reconhecimento é o que chamamos de Inteligência Emocional que deve ser ensinada, desde cedo, para as crianças.

Quando aprendemos ainda na infância que devemos e podemos administrar nossas emoções e filtrar estímulos estressantes para contemplar o belo, libertar a criatividade, fomentar a generosidade, debelar o medo, dissipar a insegurança e controlar o instinto da agressividade, crescemos e vivemos bem mais saudáveis e felizes.

Ao adquirir essas habilidades, a pessoa consegue unir o que há de melhor no ser humano. E, assim, agir de maneira diferenciada, equilibrando razão e emoção, canalizando todo seu potencial numa só direção: a da felicidade!

 

Ferramentas para desenvolver a Inteligência Emocional

Como já citamos, ter Inteligência Emocional é essencial para ser e fazer alguém feliz. Por isso, separamos algumas maneiras de promover a educação socioemocional com seu pequeno.

Brincadeiras

Além de proporcionar diversão, as brincadeiras são ótimos instrumentos de aprendizagem que ajudam a desenvolver a inteligência emocional nas crianças. Veja alguns exemplos:

– Faz de conta: ao interpretar papéis e situações, a criança pode ser estimulada a usar a imaginação para falar sobre emoções e sentimentos.

– Mímica: por meio de gestos, pais e filhos tentam adivinhar a emoção que o outro está encenando.

– Atividades artísticas: brincadeiras com massinha, tinta, lápis e música são excelentes para estimular a criatividade. E pessoas criativas conseguem solucionar problemas com mais facilidade além de tomar decisões responsáveis.

Diálogo

A família precisa adotar a cultura do diálogo, do sentar-se à mesa para comer e falar sobre o dia de cada um e, principalmente, conversar sobre emoções e sentimentos.

Falar sobre situações corriqueiras, como algum desentendimento que a criança teve com um colega da escola, pode levá-lo à reflexão sobre o ocorrido e sobre como ele se sentiu (e se sente) em relação a isso.

Não repreenda emoções. Mesmo sentindo tristeza ou raiva, a criança precisa saber como lidar com suas emoções para superá-las.

Esportes

A prática de atividade física, principalmente atividades em grupo como futebol ou vôlei, estimula várias competências socioemocionais e suas habilidades, como a cooperação, a proatividade, a capacidade de lidar bem com desafios e frustrações e o autocontrole.

Leitura

A leitura é uma ótima ferramenta para desenvolver a Inteligência Emocional, principalmente quando feita em conjunto, isto é, pais e filhos envolvidos na história. Desta forma, além de incentivar o hábito de ler, esses momentos promovem a união e estreitam os laços familiares.

Livros direcionados às habilidades socioemocionais são instrumentos ainda mais valiosos para ajudar os pais ou responsáveis a ensinarem as crianças sobre emoções e sentimentos.

O Clube Auge, por exemplo, o primeiro clube de assinatura de Inteligência Emocional do Brasil, reúne em kits mensais, narrativas que abordam competências socioemocionais, Jogo das Emoções, aplicativos, além de revista de apoio para a família e caderno de atividades para os pequenos.

Todo o material é desenvolvido para otimizar o tempo em família, muitas vezes tão corrido, transformando-o em momentos divertidos, cheios de aprendizado para adultos e crianças, e com o propósito de educar os pequenos por meio da “psicologia da felicidade”.

Entre em contato conosco e saiba como fazer o Clube Auge ser parte de sua família!

Compartilhe em suas redes sociais!