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Educação domiciliar: como obter os melhores benefícios do homescholling

educação domiciliar homeschooling mãe e filha lição de casa

Educação domiciliar: como obter os melhores benefícios do homescholling

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Homeschooling ou educação domiciliar é a atribuição da educação formal dos filhos integralmente aos pais ou responsáveis. Ou seja, a criança ou adolescente deixa de frequentar instituições de ensino e passam a aprender os conteúdos didáticos exclusivamente pelos genitores ou professores particulares contratados por eles, em casa.

Esta prática já é legalmente permitida em mais de 60 países, entre eles, Estados Unidos, Canadá, França, Chile, Japão e Austrália.

No Brasil, o homeschooling ainda não tem uma legislação própria. No entanto, a Constituição Brasileira não o proíbe.

Por isso, ao longo dos anos, a educação domiciliar tem ganhado cada vez mais adeptos no País. Segundo a Aned, Associação Nacional de Educação Domiciliar, estima-se que em 2020, aproximadamente, 17 mil famílias pratiquem o homeschooling no Brasil.

Há um projeto de lei em tramitação na Câmara dos Deputados para regulamentar essa nova modalidade. Caso ele seja aprovado, os pais que optarem pelo ensino domiciliar terão que formalizar esta escolha por meio de uma plataforma do Ministério da Educação.

A quarentena fez muitas famílias experimentarem um pouco desta prática e, por isso, o assunto tem sido bastante debatido.

Quais são as vantagens e desvantagens do homeschooling?

Qualquer família pode adotar este método?

Como ensinar sobre respeito e diversidade às crianças educadas exclusivamente em casa?

Estas são as principais perguntas sobre o tema que vamos responder neste artigo. Acompanhe.

 

Educação domiciliar X EaD

Como citamos acima, o isolamento social devido à pandemia do novo Coronavírus fez a educação domiciliar ganhar força.

No entanto, não se deve confundir o homeschooling com o que os pais têm vivenciado no momento, que é o sistema EaD, Educação a Distância.

Na educação domiciliar não existe o papel de uma instituição de ensino. Já no EaD, há uma grade curricular e matérias bem específicas a serem seguidas.

Apesar de serem métodos diferentes, por meio do EaD, as famílias estão podendo conhecer um pouco o que é educar os filhos por conta própria. Para algumas, um processo tranquilo e com muitos benefícios.

Já para outras, por não terem tempo devido ao home office e ou didática para ensinar, esse tempo de estudos em casa tem sido bastante desafiador.

A realidade de cada família é diferente. Por isso, este artigo não tem o objetivo de dizer se é melhor educar exclusivamente em casa ou contar com a participação da escola. A intenção do post é esclarecer melhor o assunto e oferecer dicas para aqueles que simpatizam com o homeschooling. Continue lendo.

 

Os benefícios do homeschooling

A maioria dos pais que opta pelo homeschooling tem o desejo de oferecer aos filhos uma educação personalizada. O objetivo deles é explorar o potencial, os dons e talentos de cada criança ou adolescente.

Há ainda a questão de evitar que os filhos sejam expostos à violência física ou psicológica como o bullying que pode acontecer nas escolas.

Em geral, são pais dispostos a investir tempo e recursos na formação intelectual de seus filhos e que desejam participar ativamente desse processo.

Veja, então, quais são os benefícios do homeschooling apontados pela Aned e por famílias que adotam este sistema.

 

1 – Estimula o gosto pelo aprendizado

De acordo com pesquisas e estudos científicos e com a prática de vários países ao redor do mundo, a educação domiciliar proporciona maior amadurecimento, desenvolve a disciplina de estudo e incentiva a criança a gostar de aprender.

O homeshcooling ainda facilita o emprego de novas estratégias de aprendizado, favorece o empreendedorismo e gera adultos seguros.

 

2 – Bons resultados acadêmicos

Estudos internacionais mostram que os estudantes de educação domiciliar apresentam resultados acadêmicos de 15% a 30% superiores aos estudantes de escolas convencionais.

 

3 – Educação personalizada

O número reduzido de alunos em relação à escola promove o desenvolvimento de forma personalizada do potencial, dons e talentos de cada criança ou adolescente.

Os pais e ou professores contratados por eles podem ensinar conforme o ritmo e o estilo de aprendizado do aluno.

 

4 – Aumento do vínculo entre pais e filhos

Os pais têm a possibilidade de ter maior tempo de convivência com os filhos, aumentando o vínculo afetivo entre eles. As crianças e adolescentes, por estarem em um ambiente seguro, têm mais liberdade para acertar, errar e aprender com os erros.

 

5 – Alto custo-benefício

No Brasil, a maioria das famílias adeptas à educação domiciliar é de classe média. Muitas delas tinham altos custos com mensalidades escolares e, ao optarem pelo homeschooling, continuaram investindo na educação dos filhos, mas notaram uma economia considerável.

 

A educação domiciliar prepara os estudantes para exames como o ENEM e vestibulares?

A resposta é sim. De acordo com a Aned, nos países onde o homeschooling é praticado há muitos anos, os estudos mostram que os estudantes não apenas são aprovados em testes admissionais, mas ingressam na universidade com mais conhecimento e notas mais altas que aqueles que estudam em escolas convencionais.

 

Qualquer família pode adotar a educação domiciliar?

A resposta também é sim. Na educação domiciliar, os pais conduzem os filhos ao autodidatismo e podem utilizar-se de recursos diversos como sites, blogs, videoaulas, plataformas de ensino, materiais de apoio, aplicativos, auxílio de professores, entre outros.

A essência da educação domiciliar não é ensinar a memorizar conteúdos, mas ensinar os filhos a gostar de aprender.

As crianças e adolescentes aprendem a estudar, pesquisar, questionar, raciocinar de forma lógica e interpretar.

 

Respeito, empatia e socialização no homescholling

Entre as desvantagens do homescholling citadas por famílias e alguns especialistas em educação está a falta de convivência com pessoas variadas, de opiniões e costumes diferentes. Isso levaria as crianças a terem problemas no futuro como não conseguir trabalhar em equipe e ter dificuldade em lidar com a diversidade.

No entanto, há de se considerar que crianças e adolescentes que praticam a educação domiciliar também frequentam casas de amigos e parentes, vão a parques, praças, clubes, praticam esportes, fazem aula de música ou idiomas. Ou seja, elas têm sim convívio social.

Além disso, como o homeschooling não é focado apenas na memorização de conteúdos e sim na interpretação de textos e raciocínio lógico, os estudantes são incentivados a desenvolver a consciência crítica, uma competência socioemocional bastante importante para formação de uma pessoa que tenha empatia e preza pelo respeito ao próximo.

É importante ressaltar que diversas pesquisas já apontaram que a participação ativa dos pais na educação dos filhos é fundamental para desenvolver a inteligência emocional das crianças e adolescentes. Sendo assim, a educação domiciliar é uma ótima maneira de aprimorar as competências socioemocionais importantes para um convívio saudável e feliz em sociedade.

Quando os pais ainda contam com ferramentas específicas para este aprendizado em casa, tudo fica ainda mais fácil.

Pensando nisso, o Clube Auge, o primeiro clube de livro infantil com inteligência emocional, desenvolveu materiais exclusivos para proporcionar um tempo de leitura, lazer e diálogo em família com o propósito de preparar os pequenos para este mundo em constante transformação e desenvolvimento.

 

Conheça os materiais do Clube Auge na Educação Domiciliar

Livro

Cada narrativa aborda uma competência e muitas habilidades socioemocionais.

As histórias acontecem na floresta com uma turminha de animais muito animada e especial. Juntos, os personagens passam por experiências e aprendem a lidar com suas emoções, como expressá-las, quais são seus impactos no bem-estar e na qualidade das relações que estabelecem uns com os outros.

Jogo das Emoções

O jogo trabalha as quatro emoções básicas – alegria, tristeza, raiva e medo. Além disso, proporciona um bate-papo sobre os comportamentos saudáveis e não saudáveis da Turma Auge. Assim, de forma divertida, os pais estimulam o desenvolvimento pessoal dos filhos.

Revista da Família

Na Revista da Família, os adultos encontram informações sobre a importância das competências socioemocionais. Há também dicas, técnicas e ferramentas para enriquecer o aprendizado da família no dia a dia.

Com a leitura da revista, os pais podem explorar ainda mais as competências socioemocionais trazidas por meio da narrativa e do Jogo das Emoções.

Além do livro, jogo e revista, o Clube Auge conta com aplicativos e um Caderno de Desafios Socioemocionais. Desta forma, as crianças desenvolvem ainda mais a inteligência emocional.

Ou seja, com a educação domiciliar e as ferramentas certas, os pais conseguem formar pessoas com senso crítico, capaz de gerir suas emoções e de se relacionar de forma saudável com os outros. Ainda, reforçam o vínculo afetivo, de amizade e de confiança com seus filhos.

 

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